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A Facebook Timeline vem para ficar e nem as empresas terão como fugir. A partir de 30 de Março todas as Pages serão automaticamente convertidas e algumas marcas já estão a preparar uma entrada em grande na utilização dos novos espaços visuais que a Timeline disponibiliza. Até lá, o Facebook mostra alguns exemplos de páginas que já aderiram à Timeline.

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A partir do momento em que as marcas entram no mundo digital tudo pode acontecer. A McDonalds teve a mais recente prova disso: uma campanha no Twitter que pretendia aproximar a marca dos clientes acabou por “recuperar” alguns dos mitos negativos associados a esta cadeia… É caso para dizer… “#McFail”.

 

 

 

Mesmo os mais cépticos em relação aos tabs não podem ignorar o sucesso destes dispositivos junto do público. Para quem trabalha em comunicação 2.0, esta é uma realidade incontornável. Uma nova plataforma de comunicação que abre todo um novo mundo de possibilidades para quem produz conteúdos.

O mais recente TabletTrack report do YouGov apresenta dados interessantes sobre a forma como as pessoas estão a utilizar os Tabs no Reino Unido. 52% dos utilizadores de iPad lêem um jornal ou revista todos os dias neste dispositivo. O artigo pode ser lido no Brand Republic.

Por acaso já tinham reparado que o Google integra, agora, várias redes sociais nos resultados das pesquisas? Em parceria com o Twitter, Flickr e Quora o gigante está, cada vez mais, a render-se ao fenómeno da partilha e integração de conteúdos.

Para além disso, modificações ao nível do layout também foram efectuadas na medida em que os resultados deixam de aparecer, somente, por baixo da pesquisa para surgir, agora, um pouco por toda a página.  Mais aqui!

Núria R. Pinto

 

Este é mais um exemplo de como as redes sociais podem, de facto, mudar a forma como olhamos (com “olhos de ver”!) para o que acontece à nossa volta. A Campanha da BBH Underheard in New York pretende aumentar a awareness para a situação dos sem abrigos em Nova Iorque, um número que entre 2009 e 2010 cresceu 34% sem contar com as quase 40 mil pessoas que vivem em abrigos e outras instituições a de apoio.

Danny, Derrick, Albert e Carlos receberam 4 telemóveis com contas no Twitter e foram incentivados a “twittar” as suas experiências diárias e as dificuldades que enfrentam. A verdade é que, até agora, as contas não têm milhares de seguidores. O que têm são relatos fortes, sinceros, corajosos e bastante comoventes. Can this go viral?

Página de FacebookTwitter YouTube

Núria R. Pinto

Desta vez penso que o Facebook acertou. As novas páginas irão, além de outras possibilidades, permitir que o administrador interaja em nome da página, o que vem mudar, totalmente, a forma como as marcas comunicam com os seus seguidores, aumentando a exposição dos seus conteúdos. That’s great news, Facebook! Alguns artigos sobre o assunto aqui!

Núria R. Pinto

Se houve algo que as redes sociais e a web 2.0 vieram reforçar foi a noção de liberdade de expressão, o impacto cada vez mais abrangente das mensagens que transmitimos e essa tremenda capacidade de as veicularmos em massa. Contudo, nem tudo são rosas e, em pleno séc. XXI, assistimos ainda a ofensas gravíssimas à liberdade de expressão: se ontem se riscavam folhas de papel hoje bloqueiam-se os acessos à rede.

Neste sentido, é de louvar a ação conjunta do Twitter e do Google ao desenvolverem uma ferramenta que permite aos cidadãos egípcios twittar apesar do bloqueio de acesso à rede por parte das autoridades.

“A empresa (Google) colocou à disposição três telefones internacionais nos quais os utilizadores podem deixar uma mensagem de voz que o serviço twitta instantaneamente com a tag #egypt. Estiveram envolvidos neste projeto um grupo de engenheiros do Twitter e do SayNow, sendo que a Google trabalhou neste projeto durante todo o fim de semana.

Com este sistema, os interessados podem ouvir as mensagens de voz deixadas utilizando os mesmos números de telefone disponibilizados ou podem visitar a página twitter.com/speak2tweet.” refere a Folha de S. Paulo.

Não percebo onde estavam as autoridades egípcias com a cabeça quando resolveram meter o pé na argola desta forma. Se tiveram que bloquear o acesso ao Facebook, Twitter e afins, e já sabiam do poder que possuem na sociedade atual, então deveriam saber que esta seria, de entre todas as opções, a última a considerar.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

Núria R. Pinto

Barack Obama inicia um discurso dizendo “none of us can predict with certainty what the next big industry will be, or where the new jobs will come from. Thirty years ago, we couldn’t know that something called the Internet would lead to an economic revolution. What we can do – what America does better than anyone – is spark the creativity and imagination of our people. We are the nation that put cars in driveways and computers in offices; the nation of Edison and the Wright brothers; of Google and Facebook. In America, innovation doesn’t just change our lives. It’s how we make a living.”

O exemplo é, obviamente, americano mas penso que posso falar por todos quando digo que o mesmo se aplica aqui. Quanto a vocês não sei, mas a mim deu-me vontade de fazer mais.

Núria R. Pinto

Às vezes questiono-me: se nos preocupamos tanto com a imagem que transmitimos aos outros porque razão nem sempre temos essa preocupação nos canais onde estamos? Afinal, hoje em dia, quem é que te vê “ao vivo”?

Uma má estratégia de marketing pessoal na web, e principalmente nesta área, é simplesmente estúpido. Não me refiro às fotos com a família, o namorado, o marido, o cão ou o periquito… Todos temos vida própria e a verdade é que podemos, muito bem, tentar equilibrá-la com a nossa janela profissional de forma sensata.

Contudo, devemos exigir de nós próprios não menos do que aquilo que projectamos para as nossas marcas e para os nossos clientes. Como diria a Dra. Maria Duarte Bello (excelente profissional, um beijinho para si):

1. Seja, sempre, honesto, bem educado e humilde. E quando digo humilde, nada tem a ver com inferioridade, muito pelo contrário. Todos apreciamos pessoas importantes e com conteúdo: porém, é importante ser simples na mesma medida da sua importância.

2. Elogie em público, critique em privado. A regra de ouro.

3. Esforce-se para ser melhor e ajudar os outros a serem melhores. Não para ser O melhor mundo.

4. “Quer um desafio diário? Tente a integridade.”

Tenho pena, por exemplo, quando vejo profissionais a publicarem 25 posts num dia, todos, sem excepção, a agredir outro qualquer profissional ou empresa da área. A questão é: Quem é que ficou com a conta do marketing pessoal das RP na Web?

Núria R. Pinto

Desenvolver pelo menos uma (mas de preferência muitas) excelente Campanha de Marketing e Comunicação que encaixe na perfeição nos objectivos da marca, que vá ao encontro das expectativas do público e que fique, para sempre, marcada na memória colectiva de todos é, na minha opinião, algo com o qual todos nós, enquanto profissionais da área, sonhamos acordados. “Aquela” campanha que não se esquece. Interessante, não é?

Existem por aí muitos bons exemplos de grandes campanhas, online, offline, híbridas, que ainda hoje estão gravadas na passadeira de estrelas e que, probabilisticamente falando, serão respectivas a produtos com o seu Q de inovação, facilidade de inserção no mercado, inutilidade (!), maior ou menor grau de ridículo, maior ou menor flexibilidade dos gestores em “brincar” com a marca… Enfim. O céu é o limite.

Mas…como se comunica algo que se dá por garantido? A verdade é que a ideia pouco tinha pairado na minha cabeça até ler este case-study sobre a Google. Simplesmente eye-opening.  Depois disto, continuo a achar que a criatividade é algo para ser levado muito a sério. E, por terras lusas (para não variar muito) bastante subvalorizado.

Boas leituras! Vão gostar!

Núria R. Pinto