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fortune 500

Um relatório da University of Massachusetts Dartmouth revela que as empresas da Fortune 500 investem cada vez mais nas redes sociais: 77% tem contas de Twitter ativas, 70% tem Fan Page no Facebook e 69% está no YouTube. Mais resultados deste Report aqui.

Apesar de volume não ser sinónimo de relevância, estes valores mostram que as redes sociais fazem parte do mix de comunicação e marketing das maiores empresas do mundo.

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A crise instalou-se no país e, sobretudo, agarrou-se que nem um parasita mental ao mindset de empresas, empresários, clientes, consumidores… Enfim, pessoas. E enquanto o mercado se vai contraindo, áreas que tradicionalmente viviam sem grande ligação a práticas de promoção, comunicação e marketing, começam a questionar o que podem fazer para dar a volta ao negócio.

São tempos desafiantes em que o evolucionismo de Darwin, agora aplicado à sobrevivência das empresas enquanto agentes económicos, mostra que a continuidade do negócio está sobretudo dependente da capacidade de adaptação aos novos tempos. Esta adaptação passa pela diferenciação do produto ou serviço, por uma política de preço alinhada com o posicionamento da empresa (mas também com o mercado) e por uma estratégia de comunicação que permita mostrar ao mundo quem somos, o que fazemos e porque somos diferentes, melhores que os concorrentes.

Os consultórios de medicina dentária são um exemplo de uma área que, tanto por motivos regulamentares como culturais, viveu durante muitos anos sem procurar profissionalizar a abordagem de marketing e comunicação. Os mais diversos motivos, certamente também relacionados com a crise e a contração dos mercados, fizeram com que 2012 fosse um ano particularmente negro para esta classe profissional, que perdeu cerca de 40% da sua faturação face ao ano anterior, segundo declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas. Como podem os dentistas e as clínicas de medicina dentária captar mais clientes neste cenário?

É claro que a resposta não é simples e encerra em si uma multiplicidade de fatores de negócio. De qualquer forma, aqui fica o nosso contributo com algumas ideias-chave no domínio do marketing digital:

  • Dados do Google Trends dizem-nos que existem 135.000 pesquisas mensais da palavra “dentista”;
  • Digital Agenda Scoreboard (2011), da Comissão Europeia, concluiu que 36% dos utilizadores de Internet procuram ativamente informações na área da saúde;
  • O Global Trust in Advertising Survey (Q3, 2011), da Nielsen, refere que as fontes de informação mais credíveis para os consumidores são (para além das recomendações de pessoas conhecidas), as opiniões de pessoas colocadas online (reviews) e os branded websites;
  • Keywords como “dentista”, “dentes”, “clínica dentária”, “ortodontia” e “implantes dentários” representam um volume de pesquisas nacionais no Google superior a 307.000;

Não será preciso mais para ilustrar a importância do território digital para os consumidores em geral e para os clientes de clínicas dentárias em particular. De que forma estão os dentistas a defender o seu território online e usar estas plataformas (websites, redes sociais, blogs, publicidade nos motores de busca…) para divulgar os seus serviços e captar novos clientes? Em mais de 300 mil pesquisas online por mês destes temas, o potencial não será certamente pequeno. Se você não for a resposta às perguntas do seu target, alguém será… Food for thought!

Pinterest

Para quem anda atento às movimentações do Pinterest: “Pinterest is the 28th most popular site in Portugal based on a combination of average daily visitors and pageviews. 0.5% of the Pinterest users come from Portugal and they generate 0.5% of the pageviews on Pinterest.” in www.appappeal.com.

ROPO = Research Online, Purchase Offline

Os consumidores online estão a aumentar e esta deverá ser uma tendência a afirmar-se inequivocamente nos próximos anos em Portugal, com maior ênfase em áreas de lazer (ex.: viagens, espetáculos, livros) e equipamentos tecnológicos (sobretudo informática, imagem e som).

Este artigo da Wintech, baseado num estudo nacional, mostra que a Internet está, de facto, cada vez mais presente nas nossas decisões de compra.

Na próxima semana teremos novidades: juntámo-nos à Cision, uma das maiores empresas de monitorização e análise de informação do mundo, para lançar o Barómetro Social Media Portugal. Mensalmente serão analisados quatro temas, dois permanentes – Política e Futebol, e outros dois variáveis. No mês de março a análise recaiu nas marcas de Café e Cerveja. Facebook, Twitter, Blogs, YouTube e Fóruns de Discussão são os canais de comunicação observados em permanência.

Alguns dos tópicos em análise:

Política 

Qual o político mais referido nas redes sociais?

O ministro com maior notoriedade?

Qual o canal de comunicação mais utilizado pelos portugueses para falar sobre Política?

Em que dia se falou mais nas redes sociais sobre determinado político?

Futebol

Quem será o campeão do buzz nas redes sociais?

Falamos mais no Facebook ou no Twitter? Ou será que são nos blogs onde se discute mais de Futebol?

Será que os portugueses falam mais de Futebol ou Política nas redes sociais?

Café/ Cerveja

Qual a marca de Café/ Cerveja com maior presença nas redes sociais?

Quantas referências são geradas por estes setores ao nível de Facebook ou Twitter?

Será que os portugueses discutem estas marcas e temáticas na blogosfera?

Quais os dias e pretextos de maior buzz?

Os resultados apurados do Barómetro Social Media Portugal refletem uma análise diária e contínua ao longo de cada mês. Os highlights serão depois divulgados publicamente na primeira semana do mês seguinte. Para mais informações, contactem-nos!

Quem o diz é a Bytemobile, no seu mais recente Mobile Analytics Report: o vídeo já representa perto de metade de todos os dados transferidos em redes móveis. E com este dado, fica a questão: na Era dos tablets e smartphones, quantos digital marketeers incorporam a criação de vídeos “web friendly” como instrumento de marketing 2.0?

Vale a pena dar uma vista de olhos no Top 20 das Facebook Pages com maior Engagement em Agosto, de acordo com o Socialbakers. Há lá melhor forma de promover o serviço de Engagement Analytics? Por sinal, muito interessante!

Um estudo divulgado esta semana pelo Facebook revela quais as características dos posts com maior interacção no Facebook. O estudo foi feito a partir das páginas de um conjunto de jornalisticas e  mediu os likes, comentários e partilhas de informação. Os resultados revelam que, por exemplo, posts com perguntas ou call to action são os que recebem mais feedback e posts com fotos recebem 50% mais de likes. Veja mais resultados aqui e aqui.

Pela primeira vez, a PRWeek criou um ranking específico para as empresas de RP em termos de volume de negócios na área online. Este ranking teve como base o report anual Top 150 e inclui as agências que disponibilizaram dados quantitativos sobre a percentagem que o online representa no negócio de cada uma delas.

Sem grande surpresa vemos por exemplo o “gigante” Edelman em 5º lugar do ranking, com o online a facturar qualquer coisa como 2 milhões de libras, embora esta área represente apenas 9% do total do seu negócio de Public Relations. A We Are Social segue de perto a Edelman e focaliza 100% do seu negócio no online: com uma equipa de 30 pessoas factura 2 milhões de libras.

Entre os serviços mais contratados estão as online promotions e a gestão de reputação online. A gestão de canais e comunidades (principalmente Twitter e Facebook) é cada vez mais vista como um serviço de base das próprias agências de PR e não propriamente uma competência ou serviço especial. O artigo completo pode ser lido aqui.

A Coca-Cola continua a ser a maior página no Facebook com uma impressionante comunidade de cerca de 29 milhões de fãs nesta rede. O “pódio” do Facebook completa-se com a Disney e a Starbucks, com 24,7 milhões e 22,6 milhões de pessoas respetivamente. Os crescimentos mais notáveis no Top 10 desde o início de 2011 foram protagonizados pela Playstation (100%) e pela Converse All-Star (70%). Todas as estatísticas disponíveis no Social Bakers.