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fortune 500

Um relatório da University of Massachusetts Dartmouth revela que as empresas da Fortune 500 investem cada vez mais nas redes sociais: 77% tem contas de Twitter ativas, 70% tem Fan Page no Facebook e 69% está no YouTube. Mais resultados deste Report aqui.

Apesar de volume não ser sinónimo de relevância, estes valores mostram que as redes sociais fazem parte do mix de comunicação e marketing das maiores empresas do mundo.

google glass

O New York Times lançou oficialmente uma App para Google Glass, que está disponível aqui. Esta app vai permitir aos utilizadores receber alertas de destaques informativos e atualizações noticiosas de hora em hora, com a possibilidade de ouvir a leitura de um resumo das notícias!

facebook

No início deste mês o Facebook fez a mais recente revisão nos termos e condições das Pages. Uma das alterações que desde logo nos salta à vista é a redução das regras impostas, que limitavam a criatividade no design de Cover Photos. Neste momento, manteve-se apenas uma regra: o volume de texto não poderá ocupar mais de 20% do espaço da imagem. E abre-se assim um novo mundo de possibilidades criativas em termos de abordagem visual e de copy. Confiram aqui as novas guidelines.

Monstro RessacasO marketing digital é umas das mais recentes causas de insónia dos marketeers da indústria farmacêutica. O hype é grande e, para as estruturas internacionais, o apetite voraz que estas plataformas estimulam tem feito subir a tensão de equipas que se movem num ambiente de marketing habitualmente mais tradicional.

Mas hoje os circuitos de contágio comunicacional são tudo menos tradicionais. O vírus da web 2.0 contaminou milhões nas redes sociais em Portugal. O acesso está em todo o lado: em 2014 teremos mais utilizadores web em smartphone e tablets do que em PC (dados Morgan Stanley).

Ainda mais importante, a Comissão Europeia (Digital Agenda Scoreboard) diz-nos que a saúde é a segunda área mais pesquisada online, logo a seguir à informação sobre produtos e serviços. Oportunidade?

Para grandes males, grandes remédios… E vamos assistindo a campanhas de marketing que vencem a timidez do ambiente regulamentar (sem provocar falta de ar aos responsáveis de Regulatory Affairs) e mostram como é possível dar um boost de energia à comunicação online de saúde.

Como exemplo, aqui ficam alguns psico-estimulantes, a consumir regularmente para reforçar a dose diária de inspiração e criatividade:

Facebook: Monstro das Ressacas (Jaba)

Facebook: Passa a Palavra (Sanofi Pasteur)

Facebook: Super Pais contra o Chichi na Cama (Ferring)

Web: Passa a Palavra (Sanofi Pasteur)

Web: Enurese Noturna (Ferring)

Pinterest: Novo Nordisk

Pinterest: Boehringer Ingelheim

Pinterest: Menarini Espanha

 

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O Pinterest apresentou a sua nova ferramenta de Analytics. Mais informações no Mashable!

novidades fb

De acordo com o TechCrunch, o Facebook deverá anunciar amanhã, num evento de imprensa, um novo look para a Facebook Timeline. Por cá, aguardamos as novidades!!

heineken

Como encontrar o colaborador ideal entre mais de 1700 candidaturas? A Heineken mostra como com o The Candidate!

Bleach it away

A campanha “Bleach it Away” da lixívia Clorox, desenvolvida pela Ketchum, ganhou o prémio de Best Digital PR Campaign dos PR Daily Awards. Este é um bom exemplo de como é possível criar campanhas emocionais, adaptadas ao mindset do utilizador de social media para marcas que, à partida, são predominantemente utilitárias, falando pouco ao coração.

O problema da Clorox colocava-se em termos de declínio de vendas e falta de reconhecimento pelas gerações de mais novas. O comprador tradicional estava envelhecido e para os jovens “donos de casa” este produto não parecia relevante para as suas vidas.

A investigação da Ketchum detectou uma audiência que poderia relacionar-se com o tema de forma mais emocional: os jovens pais, que tipicamente são muito activos online tanto ao nível do consumo de informação como na partilha de experiências. Temas como “fraldas”, “cocó” ou “fraldas sujas” eram recorrentes, embora raramente se discutissem soluções em termos de limpeza.

A ideia passou então por associar estes momentos à campanha “Bleach it Away”, ocupando um papel activo em conversas no Twitter, Fóruns, Facebook e Blogs. Foram identificados 11 influenciadores digitais que partilharam os seus “bleachable moments” encorajando outros utilizadores a fazer o mesmo.

O ponto central da campanha foi o website BleachItAway.com com jogos e concursos que premiavam a interacção dos fãs com os melhores “bleachable moments”, conceito que se estendeu ao Facebook onde os “bleachable moments” mais votados pelos fãs também ganharam prémios.

E resultados? Em termos de comunicação e notoriedade, campanha foi amplamente divulgada nos media, com mais de 83 milhões de impressões (incluindo 13 milhões em Social Media), 25.000 tweets com hashtag #BleachItAway, 35 posts em blogs influenciadores e 21.670 histórias partilhadas.

Mais alguns indicadores: foi verificada uma correlação online entre as conversas sobre a lixívia Clorox e sujidade, com a marca a conquistar espaço em 70% destas conversas. No twitter, a CTR (click-through rate) foi de 72% e nas lojas o declínio de vendas deu lugar a um crescimento de 2%. A riqueza do conceito de comunicação Bleach It Away permite à marca continuar a explorar a interactividade com os seus fãs como se pode ver aqui!!

Facebook Mobile

Pela primeira vez, o número de utilizadores de Facebook em smartphones ultrapassou os utilizadores “fixos” no último trimestre de 2012. Uma tendência que vai também chegando ao nosso país (crescimento de 18% no último ano) à medida que a oferta de smartphones se torna mais alargada e acessível a várias bolsas.

Do ponto de vista da comunicação online das marcas, esta migração de devices exige também uma adaptação da forma como os conteúdos são veiculados. Será que o utilizador vai ler o post inteiro se ele for muito longo ou vai simplesmente continuar o scroll down no seu news feed? Será que os constrangimentos de rede ou os plafonds de tráfego 3G vão inibi-lo de aceder a links com vídeos, por exemplo? Será que os horários e ritmos diários de utilização mudam, sendo mais fragmentados?

É possível que todos estes factores venham a afectar o consumo de informação num ambiente mobile, sobretudo quando falamos em Facebook e, portanto, num mindset de lazer e partilha social. Dos gestores de redes sociais, exige-se que adaptem a estratégia de conteúdos ao comportamento do target para tirar o maior proveito da interacção com um pequeno ecrã do qual já ninguém abdica no seu dia-a-dia!

sos-condoms

E se uma marca conseguir, em menos de 1 hora, endereçar uma necessidade de um consumidor apaixonado mas desprevenido? Há muito “amor” para dar nesta campanha digital que a Durex lançou no Dubai: SOS Condoms!