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Na próxima semana teremos novidades: juntámo-nos à Cision, uma das maiores empresas de monitorização e análise de informação do mundo, para lançar o Barómetro Social Media Portugal. Mensalmente serão analisados quatro temas, dois permanentes – Política e Futebol, e outros dois variáveis. No mês de março a análise recaiu nas marcas de Café e Cerveja. Facebook, Twitter, Blogs, YouTube e Fóruns de Discussão são os canais de comunicação observados em permanência.

Alguns dos tópicos em análise:

Política 

Qual o político mais referido nas redes sociais?

O ministro com maior notoriedade?

Qual o canal de comunicação mais utilizado pelos portugueses para falar sobre Política?

Em que dia se falou mais nas redes sociais sobre determinado político?

Futebol

Quem será o campeão do buzz nas redes sociais?

Falamos mais no Facebook ou no Twitter? Ou será que são nos blogs onde se discute mais de Futebol?

Será que os portugueses falam mais de Futebol ou Política nas redes sociais?

Café/ Cerveja

Qual a marca de Café/ Cerveja com maior presença nas redes sociais?

Quantas referências são geradas por estes setores ao nível de Facebook ou Twitter?

Será que os portugueses discutem estas marcas e temáticas na blogosfera?

Quais os dias e pretextos de maior buzz?

Os resultados apurados do Barómetro Social Media Portugal refletem uma análise diária e contínua ao longo de cada mês. Os highlights serão depois divulgados publicamente na primeira semana do mês seguinte. Para mais informações, contactem-nos!

Em sete horas, a Facebook Page do futebolista Leo Messi ficou próxima dos 7 milhões de fãs… Uma entrada (oficial) auspiciosa no mundo do Facebook por parte daquele que é considerado por muitos o melhor jogador de futebol da atualidade.

Por enquanto, falando apenas de Facebook, Cristiano Ronaldo leva pelo menos a vantagem de já ter chegado há tempo suficiente para “colecionar” mais de 23 milhões de seguidores…

Na sequência do post anterior sobre Facebook Pages temos boas notícias e más notícias. Quais querem primeiro?

Não sei porquê, nos filmes escolhem sempre as boas notícias primeiro, talvez para elevar a moral e preparar para o que aí vem… Então cá vai.

A boa notícia é que o Facebook lançou uma ferramenta que permite migrar os perfis pessoais de marcas para páginas de empresa, transformando automaticamente os amigos em fãs. Bom, não é? Parece que os problemas de muitas das marcas que entraram com o pé esquerdo no Facebook podem ser resolvidos sem colocar em causa o “capital de rede” já criado (são migrados apenas os contactos e não a informação, fotos, vídeos, etc).

A má notícia é que uma semana depois de ter sido disponibilizada, sem ser anunciada pelo Facebook, a ferramenta deixou de funcionar

Hoje é dia de um post mais “pedagógico”. Desculpem mas tem que ser depois de ter recusado no mesmo dia meia dúzia de pedidos de amizade vindos das mais diversas empresas e estabelecimentos de consumo.

E vocês? Quem é que nunca recebeu um convite de amizade no Facebook do restaurante ali do bairro ou da empresa de consultoria financeira que tem o escritório no prédio ao lado? Para estes “amigos”, e só para estes, vou fazer uma revelação: caríssimos, os perfis de Facebook são para pessoas e as empresas devem utilizar apenas Páginas (quem achar que este post está a ser terrivelmente aborrecido, pode ir ver vídeos virais para o YouTube, porque isto não vai ficar melhor…).

Para além de ser um ponto regulado nos Termos de Uso do Facebook (que ninguém lê e depois quando corre mal é uma chatice), há um conjunto de motivos que tornam as páginas mais pertinentes e interessantes para as empresas.

Para começar, enviar convites de amizade de negócios dá uma ideia muito pouco profissional da própria empresa, para além de ser uma prática intrusiva… Mas deixemo-nos de considerações de “bom senso” e passemos às principais diferenças práticas entre estas duas formas de estar no Facebook.

Um perfil de amigo permite agregar uma comunidade de apenas 5 mil amigos, enquanto as páginas não têm limite. Para além disso, Facebook Pages permitem uma personalização e integração de Apps que podem aumentar exponencialmente o interesse da Página e reforçar o branding da marca online. Podemos até criar landing pages para quem ainda não é fã, reforçando o call to action e aumentando o grau de emotividade do canal.

Do ponto de vista do SEO, as keywords das Pages são indexáveis ao Google, ajudando a posicionar a página nas pesquisas web. E, por último mas não menos importante, o Facebook dispõe de um Insights, uma ferramenta de análise de resultados que permite retirar alguns dados interessantes sobre a nossa comunidade online, desde dados sócio-demográficos, visualizações, interações (comments e likes) e evolução da comunidade de seguidores, entre outros.

Se estes não forem argumentos suficientes, ponderem a vossa carreira profissional e saibam que o Facebook tem o direito de apagar perfis de empresas, direito que vai exercendo sem mão pesada. Ainda assim, no seu lugar, preferia não arriscar…



Muito interessante o recem-lançado ranking de páginas portuguesas no Facebook (o FbRank Pt), desenvolvido pela dJomba.

Não fazendo parte do nosso estilo o auto-elogio, não podemos deixar de ficar orgulhosos ao ver a página da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) no Top 5 das páginas portuguesas com mais fãs no Facebook, fruto de um projecto desenvolvido ao longo do mês de Outubro, quando esta comunidade era de apenas 600 pessoas.

Fica agora o desafio de gerir com mestria uma comunidade com estas dimensões, constituída por pessoas muito diferentes em termos de perfil socio-demográfico, de preferências, da forma como se relacionam com esta temática e da forma como podem vir a ser cada vez mais embaixadores desta meritória causa. E que grande desafio que é…

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Para marcar o arranque de 2011, o Apanhado na Rede vai contar com a colaboração de alguns profissionais nacionais da área das RP Online que, durante o mês de Janeiro, nos darão a sua perspectiva sobre os desafios que se colocam nesta área para o ano que se inicia.

Desde já, os nossos sinceros agradecimentos a todos os que demonstraram disponibilidade para partilhar connosco a sua opinião e não percam, já no dia 3 de Janeiro o primeiro post, da autoria do Dr. Miguel Silva Rodrigues, Director de Marketing, Comunicação e Imagem do Metropolitano de Lisboa.

Até lá, votos de um Excelente 2011 a todos os nossos leitores!!

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Há semanas assim, em que as redes sociais estão no centro das atenções de profissionais, amadores, aficionados e curiosos.

No âmbito da 15ª Edição do Festival XLPARTY, o maior evento de tecnologia e videojogos do país, vai realizar-se na próxima sexta-feira o Workshop “Redes Sociais: a arte do Engagement”. A iniciativa está marcada para as 15h30, na FIL, Pavilhão 4, no Parque das Nações.

Num evento onde a tónica dominante é a tecnologia e a inovação, este tema quente da comunicação vai estar no centro das atenções, com um painel de oradores da Meo Fibra, Xbox, ASUS, Panda Security, MediaGate e Mindshare.

As entradas são gratuitas mas estão sujeitas a confirmação através deste email. Os nossos leitores são bem-vindos!!

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Habituados que estamos a ser surpreendidos no grande ecrã por Tim Burton, desta vez, somos apanhados de surpresa nos pequenos ecrãs de portáteis e smartphones. O exímio contador de histórias californiano abre as páginas do seu livro de contos na Web e desafia os fãs para criar a história do seu super-herói Stainboy de forma colaborativa via Twitter.

O primeiro tweet foi lançado pelo realizador e em dois dias foram já seleccionados os melhores 18 contributos para dar corpo a esta história. O projecto está live até dia 6 de Dezembro e as participações podem ser feitas no Twitter Burton Story. Acompanhe o desenvolvimento da história aqui.

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Com o surgimento e a rápida expansão das redes sociais nos últimos anos, seria de esperar que os habituais bloggers se retraíssem e cedessem à tentação de se aventurar por outros caminhos. A verdade é que, e embora isso tenha de facto acontecido, o blogger não está em vias de extinção e a actividade mantém-se. De acordo com o relatório State of the Blogosphere 2010 pela Technorati, o sexto relatório anual desde 2004 que tem vindo a acompanhar a evolução e tendências desde então, a convergência da blogosfera com as redes sociais tem sido, obviamente, notória.

A partilha de conteúdos de blogs através das redes sociais sobe para o primeiro lugar da tabela quando se trata de perceber qual a forma privilegiada para divulgação de conteúdos, quer pelo próprio quer pelos leitores. Por outro lado, o crescimento significativo do mobile blogging recorrendo a smartphones ou outros dispositivos móveis veio colocar esta categoria a rondar os 25% do total de utilizadores que publicam, agora, de forma mais directa, curta e espontânea.

Uma das conclusões que mais me surpreendeu, embora já desconfiasse, foi o facto da grande maioria dos inquiridos considerar que os bloggers são vistos como menos importantes em relação aos media tradicionais, pelos próprios profissionais de marketing/comunicação. E a questão é: serão mesmo? Em Portugal, a relação do cidadão comum com os media tradicionais, principalmente imprensa escrita, tem vindo a esmorecer (arrisco-me a dizer, morrer) de ano para ano. Em contrapartida, a sua presença (dos portugueses e dos media) nas redes sociais é cada vez mais expressiva. Não estaremos a negligenciar os bloggers enquanto elementos cruciais para a criação de valor em torno de uma marca? Eu penso que sim. Se tivermos em consideração os dados que nos dizem que a grande maioria dos bloggers escreve acerca das marcas que gosta (ou não), tecendo-lhes críticas (umas melhores que outras) o argumento torna-se bem mais forte. 

E, para finalizar, se quisermos acrescentar o facto da confiança dos consumidores relativamente aos media tradicionais ter decrescido nos últimos 5 anos e da crença em relação aos blogs enquanto fontes fidedignas de informação ter aumentado bastante, teremos, então, fortes motivos para rever as nossas estratégias de comunicação na Web 2.0.

Núria R. Pinto

As redes sociais e demais plataformas Web 2.0 vieram para ficar. Sobretudo no último ano e meio têm vindo indelevelmente a marcar a forma como as pessoas se relacionam entre si. Este novo paradigma dita também novas regras comunicação para marcas, organizações, empresas, causas e personalidades. Os processos tradicionais de relações públicas são hoje reinventados no território da influência online, onde as percepções se desenvolvem e as decisões acontecem.

Neste blog esperamos dar conta de algumas das novidades e tendências desta área para todos os que, como nós, reinventam a arte da comunicação à velocidade da fibra óptica e das redes wireless. Espero que gostem, comentem e partilhem!

Fernando Rente